Essa reflexão
veio depois de ler o material enviado por Laércio — amigo, irmão de alma, que
me tocou profundamente, diz o texto: “A verdadeira amizade é como um
investimento: perdoe, ligue, crie memórias e passem tempo juntos."
A frase bateu
fundo. Porque, sinceramente, tenho sentido um desencanto crescente com a forma
como as relações têm se tornado rasas. A gente se acostuma com o contato
mínimo, com a ausência disfarçada de rotina, com a ideia de que estar num grupo
é o mesmo que estar presente. Mas não é.
Amizade de verdade exige mais. Exige que a gente apareça mesmo quando não é conveniente. Que a gente ligue sem motivo, só para ouvir a voz do outro. Que a gente crie memórias que não cabem num post, mas que ficam guardadas na alma. Que a gente perdoe, mesmo quando o orgulho tenta impedir. Que a gente esteja — de corpo, de mente, de coração.
Não quero me conformar com a superficialidade. Não quero que os laços que construí ao longo da vida se dissolvam em notificações silenciosas.
Quero investir. Quero cultivar. Quero estar presente.
Porque amizade, para mim, é isso: é investimento de alma. E quem não está disposto a investir, talvez nunca tenha entendido o valor de uma verdadeira conexão.
Amizade de verdade exige mais. Exige que a gente apareça mesmo quando não é conveniente. Que a gente ligue sem motivo, só para ouvir a voz do outro. Que a gente crie memórias que não cabem num post, mas que ficam guardadas na alma. Que a gente perdoe, mesmo quando o orgulho tenta impedir. Que a gente esteja — de corpo, de mente, de coração.
Não quero me conformar com a superficialidade. Não quero que os laços que construí ao longo da vida se dissolvam em notificações silenciosas.
Quero investir. Quero cultivar. Quero estar presente.
Porque amizade, para mim, é isso: é investimento de alma. E quem não está disposto a investir, talvez nunca tenha entendido o valor de uma verdadeira conexão.
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